Os males da liberdade se corrigem com mais liberdade!

I should have loved freedom, I believe, at all times, but in the time in which we live I am ready to worship it.
- Democracy in America - Volume 2, Alexis de Tocqueville - Sever and Francis, 1864

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Ele começou!



Um ignorante, que não lê, não tem o menor pudor em afrontar a Lei, só pode liderar ignorantes, que não conseguem compreender o que é democracia, nem diferenciar adversários de inimigos. Por isto não surpreende a selvageria desencadeada no Rio (20/10), com agressões físicas ao candidato da oposição. 


O mestre deu a partida

21 de outubro de 2010 | 0h 00
    Dora Kramer - O Estado de S.Paulo
Em entrevista ao jornal espanhol El País no início deste ano, o presidente Luiz Inácio da Silva manifestou convicção na vitória. "Dificilmente perco essa eleição", disse, a despeito de o adversário à época apresentar vantagem nas pesquisas.
Lula sabia do que estava falando: da disposição de usar e abusar de todos os métodos - quase infinitos - à disposição de um presidente da República para cavar o êxito que o levaria a bater recordes históricos de transferência de votos e a lograr espaço de honra no panteão dos presidentes eleitoralmente mais bem-sucedidos do Brasil.
Para isso decretou que sua prioridade absoluta no último ano de mandato seria eleger Dilma Rousseff. Paralisou o governo, mobilizou toda a administração na perseguição dessa meta, rasgou a Constituição, violou todas as regras da boa conduta, atacou violentamente a todos que enxergou como adversários.
Tão violentamente que governadores aliados ao governo e eleitos no primeiro turno criticaram direta e abertamente o presidente, atribuindo à sua conduta agressiva a perda dos votos suficientes para eleger Dilma no dia 3 de outubro passado.
Não é de estranhar, portanto, a atitude dos manifestantes petistas que ontem agrediram o candidato José Serra durante um ato de campanha na zona oeste do Rio de Janeiro.
Em 2002 o presidente recém-eleito Luiz Inácio da Silva agradeceu ao presidente que deixava o posto, Fernando Henrique Cardoso, a correção da atitude neutra à qual atribuiu, junto com a eficiência da Justiça Eleitoral, a sua eleição.
Oito anos depois, o presidente Lula faz o oposto do que considerava o melhor para o Brasil. Desqualifica a Justiça, afronta a legislação e usa de maneira escabrosa a máquina pública; sem freios nem disfarces.

Como o PT governa

PF esquiva-se de investigar o PT e o comitê de Dilma

Valter Campanato/ABr
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O resultado parcial do inquérito do Fiscogate revela que a Polícia Federal é capaz de tudo, menos de investigar o PT e o comitê de campanha de Dilma Rousseff. Mais grave: o governo e o PT montaram uma operação para afastar a encrenca da quebra do sigilo fiscal de tucanos da campanha da pupila de Lula.

Nesta quarta (20), Brasília amanheceu sob o impacto da manchete daFolha: “PF liga quebra de sigilo fiscal de tucano à pré-campanha de Dilma”. Ainda pela manhã, numa entrevista improvisada, no Planalto, o próprio Lula aconselhou os repórteres a aguardarem pelos esclarecimentos da PF.


É o Estado a serviço do PT, e sua polícia a serviço do governo. Não é inédito: Cuba, Venezuela, Irã, a Itália na época do facismo, a Alemanha nazista...

Eles e a liberdade de imprensa XIII

Felizmente ainda há jornalistas que não perdem a dignidade. Vejam o que aconteceu em Goiás:


Infelizmente poucos, muito poucos profissionais tem essa postura.

A piada de hoje vem da PF

Nota da PF sobre a quebra de sigilo da Receita Federal é verdadeira piada:
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NOTA À IMPRENSA 
Brasília/DF - Sobre as investigações para apurar suposta quebra de sigilo de dados da Receita Federal, a Polícia Federal esclarece que:

1-    O fato motivador da instauração de inquérito nesta instituição, quebra de sigilo fiscal, já está esclarecido e os responsáveis identificados. O inquérito policial encontra-se em sua fase final e, depois de concluídas as diligências, será encaminhado à 12ª Vara Federal do Distrito Federal;
2-    Em 120 dias de investigação, foram realizadas diversas diligências e ouvidas 37 pessoas em mais de 50 depoimentos, que resultaram, até o momento, em 7 indiciamentos;
3-    A investigação identificou que a quebra de sigilo ocorreu entre setembro e outubro de 2009 e envolveu servidores da Receita Federal, despachantes e clientes que encomendavam os dados, entre eles um jornalista;
4-    As provas colhidas apontam que o jornalista utilizou os serviços de levantamento de informações de empresas e pessoas físicas desde o final de 2008 no interesse de investigações próprias;
5-    Os dados violados foram utilizados para a confecção de relatórios, mas não foi comprovada sua utilização em campanha política;
6-    A Polícia Federal refuta qualquer tentativa de utilização de seu trabalho para fins eleitoreiros com distorção de fatos ou atribuindo a esta instituição conclusões que não correspondam aos dados da investigação.


O blog esclarece: os dados violados só não foram utilizados em campanha porque não deu tempo, descobriram antes.

Manifesto em defesa da Democracia

Excelente e imperdível vídeo.Verdadeira aula de civismo
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Serra agredido por petistas IV

Dilma assume que militância do PT agrediu Serra, desmentindo presidente do partido no Rio.: "
Da Agência Estado:

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, repudiou a agressão ao adversário José Serra (PSDB) e recomendou à militância do PT que não aceite provocações. 'Não aceito campanha manipuladora nem violência', disse hoje à tarde, no heliponto de uma empresa de Ferraz de Vasconcelos, município da região metropolitana de São Paulo. 'Quero fazer um apelo à militância do PT. Peço aqui que a militância se paute pelo princípio da fraternidade, da solidariedade e que, sobretudo, faça dessa campanha um ato de amor.' Dilma afirmou que a militância deve dar o exemplo e evitar manifestações como a ocorrida hoje envolvendo Serra, atingido na cabeça por um objeto durante caminhada em Campo Grande, bairro do Rio de Janeiro, quando houve tumulto entre cabos eleitorais tucanos e militantes petistas. "Quero dizer a vocês, mais uma vez, que lamento o ocorrido", disse a petista. "Da minha parte, podem ter certeza, que pautarei todos os meus atos. Não faço campanha do submundo, não divulgo panfletos apócrifos e não divulgo mentiras."
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Da Folha Poder:

O PT negou que militantes do partido tenham agredido o candidato à presidência José Serra (PSDB), na tarde desta quarta-feira, no Rio. Em nota assinada pelo presidente do partido no Rio, deputado federal Luiz Sérgio, o tumulto no qual o tucano foi atingido na cabeça é atribuído a seguranças do presidenciável, que teriam tratado com rispidez um grupo que protestava contra Serra. Segundo o PT, o estopim da confusão ocorreu quando seguranças de Serra rasgaram cartazes dos manifestantes. 'O incidente de hoje teve início depois que seguranças do candidato José Serra, do PSDB, trataram com rispidez integrantes do grupo conhecido como 'mata-mosquitos' que estavam no calçadão. É sabido que os mata-mosquitos, demitidos por Serra quando ministro da Saúde, formam um grupo que já teve atuação marcante de oposição ao candidato do PSDB em campanhas passadas'.
"
Fonte:http://coturnonoturno.blogspot.com/2010/10/dilma-assume-que-agressao-contra-serra.html

Serra agredido por petistas III


Sindicato envolvido em ataques a Serra no Rio

A participação de Sandro Alex de Oliveira, 36 anos, nos protestos que descambaram para a agressão ao candidato José Serra no Rio de Janeiro dão uma pista de quem – e que organizações – estão por trás da baixaria na campanha. Oliveira, que se diz uma “vítima das agressões do PSDB”, é secretário-geral do SintSaúde-RJ, sindicato dos servidores da Saúde. Ele estava, no momento da confusão, com um cartaz que “improvisou na hora” para atacar o tucano. No papel, estava escrito “Quem é Paulo Preto. Resposta: Amigo do coração”.
Candidato derrotado a deputado estadual pelo PT, Sandro apresentou razões pessoais para protestar contra o candidato tucano: “Fomos demitidos por ele em 1999, quando éramos agentes de endemia (mata-mosquitos), e reintegrados pela Justiça em 2003. Viemos exercer o direito que a Constituição garante, que é a livre expressão de opinião”, defendeu-se.
Para o sindicalista, no entanto, não houve agressão. “Nós é que fomos agredidos pelo PSDB. Todos os baderneiros são pagos pela Lucinha para bater”, acusou, tentando jogar a culpa para a vereadora Lucinha, do PSDB, que tem em Campo Grande um de seus redutos eleitorais.
Sandro se esqueceu de um detalhe: por que razão militantes do PSDB seriam mandados para causar confusão em uma caminhada do próprio PSDB?
(Cecília Ritto, do Rio de Janeiro)